Resultados 2014

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A ideia de trabalhar em casa, com mais conforto e segurança, fazendo seu próprio horário, evitando o trânsito e ainda reservando espaço para a vida pessoal é o que faz com que, cada vez mais trabalhadores optem pelo home office. Mas essa política pode ser tão boa para a empresa quanto é para os colaboradores?

A pesquisa realizada de forma inédita pela SAP Consultoria junto a mais de 200 empresas nacionais e multinacionais de diferentes segmentos e regiões do país, provou que a resposta é positiva. O estudo foi divulgado em Agosto de 2014 tendo grande repercussão nas mídias jornalísticas, televisivas e de internet.

O estudo abordou de forma abrangente tópicos relativos a:

  • barreiras de implantação;
  • principais objetivos da política;
  • modalidades de concessão e elegibilidade;
  • funcionamento da jornada de trabalho;
  • custeio de despesas;
  • controle de atividades;
  • restrições de atuação;
  • aspectos de contingências;
  • ganhos de resultado;

A adoção do sistema home office se apresenta como uma forte tendência mundial nesta década. Estudos realizados por consultorias internacionais apontaram que houve um crescimento nos últimos três anos em países como: China, Cingapura, Brasil, Austrália, Bélgica, Luxemburgo e Reino Unido. Nos Estados Unidos, em pesquisa realizada em 2013 pela Worldatwork, junto a 566 empresas, apontou que 88% das mesmas possuem política definida de home office (teletrabalho).

A Pesquisa Home Office 2014 mostrou que apesar do contraste do cenário brasileiro que apresentou 36% das empresas com prática, há espaço para crescimento encontrando-se as empresas em um momento de decisão e estruturação. Em organizações que possuem a prática, 42% tem política estruturada, sendo a maior parte delas existentes a menos de cinco anos.

O estudo demonstrou que o perfil das empresas que adotam esta prática é de origem internacional com uma concentração de 70% junto aos mercados de TI, Químico/ Petroquímico, P&D, Autoindústria, Eletroeletrônico e Bens de Consumo. Já os pilares para elegibilidade adotados pelas empresas estão mais direcionados ao nível hierárquico do que propriamente às áreas específicas, sendo que 45% estendem para todos os níveis.

Das empresas que não possuem a prática 83% nunca pensaram na possibilidade de implantação, alegando como principais motivos a cultura empresarial corporativa e/ou tipo de atividade a ser englobada, mostrando que existe um espaço para crescimento.

Como objetivo da política, a flexibilidade no ambiente de trabalho e a melhoria na qualidade de vida aparecem entre os principais indicadores listados pelas empresas. Os itens que apresentaram maior destaque em relação aos ganhos para as corporações foram:

  • satisfação dos colaboradores envolvidos;
  • aumento de produtividade;
  • retenção dos colaboradores;
  • diferencial no processo de contratação;

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